Os Nós e os Laços

 
 
Isabel Beirao MEDIUMDra. Isabel Beirão e a equipa do Colégio Eduardo Claparède
6 de Setembro de 2013 *

“A base de toda a educação é a livre experiência”

Este ano em que se comemora o centenário do nascimento do Dr João dos Santos, o Colégio Claparède celebra também os seus 60 anos. O Colégio foi fundado pelo Dr. João dos Santos, pela minha avó, Rosa Bemfeito e pelo meu tio, Afonso Gouveia.

Foi-nos pedido que partilhássemos a nossa experiência de que, como ainda hoje, os ensinamentos do Dr. João dos Santos estão presentes na nossa intervenção diária no Colégio Claparède.

O título que escolhemos “Os Nós e os Laços”, procura reflectir que a base da nossa intervenção assenta principalmente, na relação e na afectividade, tal como nos ensinou. Procuramos criar nós e laços de relacionamento que perdurem para a vida, laços que ajudam a estruturar os nossos alunos.

Os conteúdos das frases de João dos Santos, que irão acompanhar a minha apresentação, fazem parte da filosofia da nossa instituição e integram o nosso projecto pedagógico.

Foi nos anos 50, neste colégio e com João dos Santos que nasceram outros projectos que depois se autonomizaram, e são hoje instituições de referência como a – Fundação LIGA, CPCC Gulbenkian e o Centro Helen Keller.

João dos Santos manteve durante toda a sua vida, uma estreita relação profissional, pessoal e de amizade com os fundadores e com a equipa do colégio, lutando sempre por proporcionar as condições ideais ao desenvolvimento de todas as crianças e jovens “diferentes” que por ali passavam.

Como costumava dizer “O Colégio é uma pequena escola de ambiente familiar, com um espaço acolhedor e contentor”.

João dos Santos ensaiou no Colégio várias metodologias pedagógicas e terapêuticas.

O Colégio foi criado também para responder ao desafio lançado por um conjunto de alunos, que por diversos motivos, apresentavam perturbação do desenvolvimento e dificuldades na aprendizagem e a que a escola, dita regular, não conseguia responder.

Para ele cada criança era única.

Era na reflexão conjunta sobre cada criança e na reciprocidade relacional com os adultos que com ela intervinham, que se delineavam as linhas de actuação. Não havia receitas, nem certezas. A intervenção no colégio passava, e continua a passar, pelo trabalho em equipa e pela partilha.

Para ele, o trabalho em equipa era fundamental. Por esse motivo, fazia questão de juntar a equipa semanalmente para com ele, partilhar e avaliar os seus sucessos e insucessos, angústias, dúvidas, certezas e incertezas.

Era o chamado Seminário Psicopedagógico ou, as reuniões de 3ª feira.

Estas reuniões tinham uma porta aberta para o exterior e por elas passaram muitos nomes conhecidos da pedagogia e da saúde mental. Não se limitavam ao estudo de um caso (ver a melhor linha terapêutica, pedagógica a ter para com esta ou aquela criança), mas eram também uma formação constante para toda a equipa.

Dizem, que com a sua enorme capacidade de comunicação e sentido de humor fazia com que se aprendesse informalmente. A sua presença era sempre muito admirada: aliava uma grande tolerância a uma grande exigência.

Com João dos Santos aprendemos a apoiar crianças e jovens com necessidades educativas especiais, défices cognitivos, desarmonias evolutivas, distúrbios da personalidade, perturbações emocionais e outras.

Aprendemos a valorizar um ambiente estruturante, contentor e protector, com limites bem delineados, numa relação privilegiada com adultos de referência, que gostam do que fazem e que estão disponíveis.

A definição clara de fronteiras e limites favorece uma diminuição da hipervigilância e permite estabelecer uma relação de confiança e de previsibilidade.

É este ambiente familiar e este espaço acolhedor, este meio securizante e contentor, física e psiquicamente, que vai permitindo a regulação emocional e a organização interna das crianças.

Com ele aprendemos também quão necessária é a liderança e a estabilidade de toda a equipa.

Há 19 anos, quando comecei a trabalhar no colégio, já não tive o privilégio de trabalhar com João dos Santos. No entanto, tive e tenho o privilégio de trabalhar com uma equipa que foi capaz de transmitir os seus ensinamentos aos novos colaboradores, de nos ajudar na nossa formação e de nos fazer crescer, envolvendo-nos na sua filosofia e ética.

Uma equipa que acredita que tem o dever de manter vivo no seu quotidiano os factos e as pessoas que determinaram o seu longo percurso e que se afirma com uma cultura própria – a cultura da nossa instituição.

Ainda hoje no Colégio Claparède a equipa se reúne todas as semanas.

Tem sido fundamental criar momentos de partilha e de reflexão.

Por vezes a intervenção e a relação com crianças mais perturbadas é uma relação tendencialmente mais patológica e por esse motivo, a equipa deve ser sempre o suporte da intervenção, ajudando a descomprimir e a reflectir sobre as suas próprias emoções e acções.

As angústias dos nossos alunos atingem-nos muitas vezes de forma avassaladora e sentimo-nos frequentemente “sugados” e “vazios”.

Conter as suas angústias, ajudar a elaborá-las, lidar com a depressão, a agitação e a irrequietude, a agressividade verbal e física, os seus medos, dar significado às emoções, criar sentido no caos, organizar o que está destruturado, é o nosso desafio.

Quanto mais desestruturadas são as crianças, mais organizada deve ser a instituição e estruturada a intervenção.

Acreditamos que envolver a família é fundamental. Os elos de confiança que se constroem envolvendo a família são fundamentais para uma intervenção eficaz.

Alguns dos miúdos que actualmente frequentam o colégio têm histórias de vida marcadas pelo abandono, maus tratos e negligência. A relação de vinculação não é adequada e, por vezes trazem os seus modelos relacionais extremados para dentro do colégio, perturbando as relações com os pares e com os adultos.

Não podemos esperar que se portem de forma considerada “adequada”.

Por vezes, não podemos aceitar as formas de relação que crianças mais perturbadas pretendem estabelecer connosco, mas também não nos podemos assustar com a forma da relação que, apesar de tudo, conseguem estabelecer…

Não é dizer que tudo é permitido, mas explicar que não nos assustamos e não desistimos e que podemos aceitar e conversar sobre os seus comportamentos e sobre as suas emoções.

Percebem rapidamente quais são os limites e que toda a equipa age em sintonia.

A sua capacidade de mentalizar os conflitos é muito frágil ou inexistente. É muito importante darmos sentido aos seus actos, às suas emoções e comportamentos desadequados.

Devemos ter a capacidade de receber no nosso espaço mental, essas mensagens, não digeríveis pela criança, tentando devolvê-las de forma simplificada, ajudando-as a organizar o pensamento.

É fundamental perceberem e sentirem que estamos preocupados com eles. Estabelecer compromissos simples e básicos, passíveis de serem cumpridos. Acreditar que, em conjunto seremos capazes.

O adulto deve estar disponível e – constituir-se como uma base segura que possa compreender, pensar e agir de uma forma reparadora nas graves dificuldades de organização individual e social que estes alunos apresentam.

É através da criação de pontes de ligação afectiva de qualidade, que podem nascer relações de confiança com adultos e com colegas.

Todos os alunos que estão no colégio passaram primeiro pelo ensino regular. Muitos deles com perturbações precoces do desenvolvimento.

Infelizmente, para muitos, o seu percurso foi pautado por dificuldades marcantes, com sentimentos de insucesso bem vincados e a sua auto-estima foi sendo progressivamente bastante reduzida. Para muitos, essa passagem demorada pela escola foi um espaço de confronto com a frustração.

São muitos os alunos que nos chegam com histórias de agressividade. …

Os primeiros dias no colégio nem sempre são fáceis. A postura nem sempre é a mais positiva. A relação ainda não se estabeleceu, a confiança ainda não existe. Por vezes o confronto … Mas há limites que não podemos deixar passar. Aos poucos vamo-nos descobrindo, mutuamente.

Na 1ª sessão de psicomotricidade do M (de 9 anos) no colégio, quando a professora lhe pediu para tirar os ténis do meio do ginásio,  disse para o colega do lado: “A última que me disse isto levou um murro na cara!!!”

Na 1ª semana, o Z (de 13 anos) que se zangou e agrediu um colega, não aceitou a intervenção do professor. Quando este lhe tocou, foi imediatamente agredido verbal e fisicamente pelo aluno.

O lápis e a caneta parecem instrumentos terríveis, não querem sequer tocar-lhes… Ler, escrever, fazer contas parecem-lhes verdadeiros pesadelos.

Antes de começar, já estão a dizer que não conseguem…

Quando percebemos aquilo de que gostam, percebemos o que pode transformar a relação em momentos de prazer. Formamos assim uma espécie de pequenos” nós”, que vão permitir criar “os laços” afectivos.

Alcançar o crescimento e o desenvolvimento integral de cada um é a nossa prioridade.

O sentimento de envolvimento que se sente no colégio leva a uma cultura de participação. O facto de termos turmas bastante pequenas e uma equipa a funcionar em conjunto e em sintonia, de forma inter e transdisciplinar, permite-nos uma forma de abordagem muito diferente daquela que é possível no ensino regular.

Todos têm o seu papel. O João, que é muito mexido, distribui o material e ajuda a regar a horta, o Zé faz a contagem dos colegas e marca as faltas. Tem ainda de avisar a cozinheira Ivone, quantos estão hoje para o almoço. A Fátima ajuda a professora a tomar conta do material e vai fazendo a lista dos pedidos para entregar na 5ª feira ao aux. Paulo. O Pedro regista o dinheiro que vão conseguindo fazer com as vendas da culinária e do artesanato que venderam….

Os miúdos rapidamente se sentem como elementos úteis e válidos de uma família, e nós, adultos, também.

Não me esqueço da mãe de uma aluna que tinha entrado há pouco tempo no colégio.

A sua experiência no ensino regular nem tinha sido muito negativa….

Contudo, a mãe chorava junto ao portão do colégio a observar a filha no recreio. Um dos funcionários aproximou-se preocupado. Mas a mãe chorava de alegria. Pela primeira vez a filha tinha amigas que não se preocupavam com as suas limitações ou dificuldades, mas que gostavam dela como era, que gostavam das mesmas brincadeiras e das mesmas músicas. Todos os dias de manhã, quando vinha pôr a filha à escola, as amigas chamavam-na para brincar… Isto, nunca lhe tinha acontecido. Pela primeira vez tinha a certeza que a filha se sentia feliz e como pertença do grupo.

O sentir o grupo como um todo, alunos e adultos, envolvidos no dia a dia e num funcionamento de interdependência. A rotina diária cria esta dinâmica fantástica.

Essa dinâmica está tão interiorizada que quando alguém entra de novo, são os próprios colegas que os integram sem necessitar de grandes explicações.

Quem já visitou o colégio, sabe que as nossas paredes estão cheias de trabalhos dos nossos alunos.

É importante o facto de as crianças e jovens se identificarem com o espaço onde estão e, nesse sentido, as paredes devem tornar-se falantes. As paredes devolvem aos alunos uma imagem dos seus trabalhos, das suas vivências, logo, daquilo que nelas tem valor.

Às obras dos alunos, juntam-se as fotografias de acontecimentos vividos em comum, que fazem a sua, e a nossa história.

O trabalho de projecto está muito presente na nossa organização. O importante é ter a capacidade de suscitar e fazer desabrochar projectos que deem um sentido ao que se faz e prolonguem essa acção no futuro.

Dar um significado ao futuro é tomar progressivamente consciência das possibilidades e limitações próprias, ou por outras palavras, compreender pouco a pouco o que se é, o que se quer e o que se pode ser. É aquilo a que se pode chamar CRESCER.

Os projectos surgem intrinsecamente ligados aos currículos. É à volta de um tema aglutinador que se planeiam, estruturam e desenvolvem os programas e actividades. Com estes, pretendemos fomentar a curiosidade, procurar que vejam, experimentem, investiguem, registem e exteriorizem as emoções e sentimentos que estes lhe tenham suscitado.

Ao longo deste trajecto que se quer criativo, procuramos que a criança comece a lidar de forma autónoma e funcionante com os afectos, os medos, as dúvidas e as angústias do seu imaginário, e fomentar a actividade simbólica, permitindo assim que aprenda a sonhar, fantasiar e pensar – desenvolvendo a sua inteligência.

Neste ambiente, a aprendizagem acontece. Ela torna-se necessária e desejada.

Com calma, sem pressa, nó a nó, degrau a degrau, com uma atitude positiva e com a convicção de que em cada dia se melhora e cresce.

Nas aulas, na expressão musical, na psicomotricidade, na expressão plástica na cozinha pedagógica, na horta, na carpintaria, na rua, nos transportes, nas lojas, nos jardins, nos museus e nos teatros, as aquisições fazem-se espontaneamente criando-lhes competências que os valorizam e que se vão consolidando e generalizando.

O registo vivenciado é feito diariamente. O que fizemos, o que almoçámos, o que correu bem ou mal, o que gostámos mais e o que gostámos menos. O que vamos fazer amanhã? Do que precisamos? Os seus cadernos vão sendo preenchidos com conteúdos significativos, porque são vividos e sentidos. São sempre motivo de grande orgulho. Parecem relatar uma história, a sua história!

É a relação que vamos estabelecendo e o conhecimento que vamos adquirindo com cada um dos alunos, que nos vai permitindo perceber como é que cada um funciona, como comunica, se movimenta, como interage connosco e com os outros, como se movimenta no espaço, como reage, como toca e se deixa tocar, se chora e se ri, se sorri, como pensa, quais os seus medos, se brinca sozinho ou com os outros, se joga ao faz de conta, se dança …

A sua disponibilidade interna para as aprendizagens é, por vezes, muito reduzida. É fundamental percebermos que, ao forçarmos um miúdo a estar quieto e sentado a aprender, quando este não consegue, não porque não queira, mas porque não é capaz, é estarmos a criar uma barreira cada vez maior na relação, na comunicação e na aprendizagem.

A desarmonia do seu desenvolvimento é por vezes desconcertante. Surpreende-nos. Por vezes damos connosco a pensar, mas se este miúdo consegue fazer isto, aparentemente tão complexo, então porque é que ainda não consegue fazer uma outra coisa que, à partida, seria aparentemente muito mais simples. Por vezes temos vontade de agarrar nas pontas, isto é, nas áreas em que parece estar melhor – hoje em dia as chamadas áreas fortes, e avançarmos.

Para nós, técnicos e professores, a vontade de agarrar e de trabalhar as áreas mais fortes e estruturadas dos alunos, é também mais seguro, muitas vezes é entrar numa área de conforto da nossa intervenção. Mas, devemos ter cuidado.

Ao menosprezarmos as áreas de conhecimento menos sedimentadas e consolidadas, corremos o risco de estarmos a criar um fosso ainda maior e de construir sobre um alicerce pouco firme e seguro que, ao mínimo abalo desmorona. Nunca nos podemos esquecer que o equilíbrio se conquista trabalhando todas as facetas – como as muitas faces de um polígono que procuram atingir o círculo.

Perguntam-nos frequentemente que métodos usamos na intervenção com crianças e jovens com autismo ou com deficiência mental. Que metodologias seguimos para a aprendizagem da leitura e da escrita, das contas, etc. Se usamos o programa A ou B, o programa teacch, se utilizamos sistemas aumentativos e alternativos da comunicação…

A resposta é quase sempre a mesma. Depende de cada criança. Não temos um método específico, não existem receitas, com uns resulta melhor de uma maneira, com outros doutra.

Atentos a novas metodologias de intervenção, tem sido nossa política perceber o que é que cada uma pode trazer de positivo. Apesar de discordarmos, de aplicações dogmáticas e rígidas de determinadas metodologias, temos conseguido ir gerindo a sua utilização de um modo equilibrado, desde que estas, se configurem como uma mais valia para a intervenção com determinada criança.

A fantasia e a criatividade continuam a ter um papel primordial na nossa intervenção Por isso procuramos fomentar todas as formas de expressão de que a criança é potencialmente capaz.

Sabemos que as actividades expressivas só por si têm funções pedagógicas e terapêuticas.

As crianças e os jovens que atendemos precisam de espaços que lhes permitam exteriorizar o seu mundo interior, as suas sensações, os seus afectos.

Por tudo o que referi, consideramos que a educação de crianças e jovens com necessidades educativas especiais não deve ser exclusivamente inclusiva. A inclusão de crianças e jovens com necessidades educativas especiais na escola de ensino regular, é desejável, e muito se tem feito neste sentido, no entanto a inclusão mal cuidada pode vir a revelar-se um factor de exclusão.

Num subconjunto limitado de casos, um ambiente mais pequeno, contentor e estruturante, pode mostrar-se mais adequado. Muitos dos alunos que atendemos, apresentam graves perturbações do desenvolvimento, emocionais e da personalidade, exigindo, portanto, um reforço e diversificação de recursos humanos, infelizmente, nem sempre disponíveis na escola regular.

A socialização faz-se também com a família, nos trabalhos desenvolvidos com outras escolas, em momentos de cultura, lazer, de desporto, etc.

Exemplos desse trabalho são os teatros apresentados pelos nossos alunos em escolas de ensino regular e outras instituições. A participação em eventos desportivos nacionais e internacionais como os do Special Olympics.

A promoção da autonomia através das parcerias que temos com a Fundação Liga, a Quinta Pedagógica dos Olivais e com outras empresas, preparam também o futuro dos nossos alunos. De uma forma cuidada, procuramos em conjunto com as famílias delinear projectos de vida.

Acreditamos ser uma componente indispensável da rede escolar e acreditamos que a todos compete refletir, antes que, por via legislativa, se possa vir a destruir uma instituição onde a experiência, o saber e a prática, se reúnem para dar uma resposta de qualidade a um grupo reduzido de alunos que a não têm encontrado na escola regular.

Cremos não ser obra do acaso, o facto de o colégio ser um marco na vida de todos os que por cá passaram. Alunos, famílias, professores e outros técnicos que por cá passaram, alguns já há bastantes anos, procuram-nos, telefonam e visitam-nos, numa ligação emocional que perdura. De todos se conhece o nome e todos eles se recordam também das pessoas e dos momentos mais marcantes. Com boas ou más notícias, procuram-nos para as transmitir, relembrando momentos marcantes, revivendo os Nós e os Laços que se criaram e que permanecem.

Sabem que continuamos disponíveis, que nos continuamos a importar e que estamos cá.

E este é, com certeza, o maior legado que João dos Santos nos deixou.

“O importante é comunicar (…). O importante é trazer no coração a vida que nos sopraram aqueles que tinham a sabedoria.”

 

Pela Equipa do Colégio Eduardo Claparède

Isabel Beirão

 

*   Comunicação  na Conferência “João dos Santos no século XXI” proferida pela Dra Isabel Beirão e a Equipa do Colégio Eduardo Claparède , 6 de Setembro de 2013
 
 
 
 
 
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  • Finalista do Prémio Jabuti 2017

     

     

    O livro Histórias de pedagogia, ciência e religião: discursos e correntes de cá e do além-mar, da coleção História da Educação, editado pelas Edições UFC, é um dos finalistas do Prémio Jabuti 2017.

    Entre outros, este livro contém trabalhos do Professor Doutor Jorge Ramos do Ó, “Para uma Genealogia do Currículo: Ordem e Método na Edificação do Modelo Escolar Moderno” [p 21-50], e da Professora Doutora Patrícia Helena Carvalho Holanda, “João dos Santos: a Psicologia, a Psicanálise e a Pedagogia” [p 71-90].

    Organizada por Maria Juraci Maia Cavalcante, Patrícia Helena Carvalho Holanda, Francisca Geny Lustosa e Roberto Barros Dias, a obra traz recortes temáticos e marcos importantes para o estudo da educação brasileira através da análise de discursos e práticas pedagógicas intercontinentais no contexto contemporâneo.

    Uma realização da Câmara Brasileira do Livro (CBL), o Prêmio Jabuti está em sua 59ª edição. Atualmente é a maior premiação do livro no País e conta com 29 categorias. O finalista das Edições UFC concorre na categoria “Educação e Pedagogia”.

    Para mais informações siga a seguinte ligação http://www.ufc.br/noticias/noticias-de-2017/10325-livro-editado-pela-edicoes-ufc-e-finalista-do-premio-jabuti-2017.
     
     

     

     
     
  • Proposta de Lei n.º 34 / XIII – Definição de ATO MÉDICO

    O XXI Governo Constitucional, no seu programa para a saúde, estabelece como prioridades aperfeiçoar a gestão dos recursos humanos e a motivação dos profissionais de saúde, apostando em novos modelos de cooperação entre profissionais de saúde, no que respeita à repartição de competências e responsabilidades e melhorar a qualidade dos cuidados de saúde, apostando em modelos de governação da saúde baseados na melhoria contínua da qualidade de garantia da segurança do doente… (Siga esta LIGAÇÃO para aceder ao documento de Proposta de Lei n.º 34/XIII.).

    Existe actualmente uma proposta de diálogo relativo à formulação do Artigo 5 desta proposta de lei, em que se define o ATO MÉDICO.

     
     
     

     
     
  • Cecília Menano, João dos Santos e Maria Emília Brederode Santos em conversa

    Clique na seguinte ligação para para visualizar este vídeo do Instituto de Tecnologia Educativa – RTP (1975) A Escolinha de Arte de Cecília Menano – com Cecília Menano, João dos Santos e Maria Emília Brederode Santos, que foi muito generosamente disponibilizado pelo Dr Daniel Sasportes (19 minutos). [Clique nesta ligação]

     


  • Programa IFCE no Ar, Radio Universitária

    Entrevista sobre o andamento do curso à distância “Introdução ao Pensamento de João dos Santos”

    Entrevista gravada com a coordenadora do curso “Introdução ao Pensamento de João dos Santos”, Professora Patrícia Holanda da Linha de História da Educação Comparada da UFC (Universidade Federal do Ceará), com o Doutor Luís Grijó dos Santos (filho de João dos Santos), e a coordenadora pedagógica do curso Professora Ana Cláudia Uchôa Araújo da Directoria da Educação à Distancia do IFCE (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará). A entrevista foi realizada pelo jornalista Hugo Bispo do Programa IFCE no Ar em 3 de Novembro de 2016.

    Para ouvir a gravação desta entrevista clique nesta ligação.

     


     

  • “Histórias de mulheres” é finalista da 58º edição do Prêmio Jabuti

     

    O livro "Histórias de mulheres: amor, violência e educação", organizado por Maria Juraci Maia Cavalcante, Patrícia Helena Carvalho Holanda e Zuleide Fernandes de Queiroz, é finalista na categoria "Educação e Pedagogia" da 58ª edição do Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, considerado o mais importante prêmio do livro brasileiro.

    A obra, lançada em 2015 pelas Edições UFC, conta, entre outros, com artigos da Professora Patrícia Helena Carvalho Holanda e do Professor Pedro Parrot Morato “A Mulher e a Família à Luz do Referencial Santiano na Perspectiva Comparada Brasil-Portugal”, e da Dra Clara Castilho “A Mãe e a Escola como Promotores de Inclusão Social das Crianças com Necessidades Especiais na Abordagem de João dos Santos”.

    Maria Juraci Maia Cavalcante e Patrícia Helena Carvalho Holanda são professoras da Faculdade de Educação da UFC. A obra pode ser adquirida na Livraria da Universidade Federal do Ceará (área 1 do Centro de Humanidades – Av. da Universidade, 2683, Benfica).

    Para mais informações clique nesta ligação.

     


     

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